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Panorama da Jornada 2026 · 1ª edição · publicado em novembro de 2026

Como o Brasil que bate ponto realmente trabalha.

Um estudo da For People com 114 milhões de registros diários de ponto de 141 mil trabalhadores. Dados observados, não declarados: escalas, horários, horas extras, faltas, saúde e vínculo, de maio de 2025 a outubro de 2026.

Por Douglas Fariaco-CEO da For People · produto, tecnologia e IA

Registros diários de ponto analisados

114 milhões

18 meses de jornada real, marcação a marcação, com série desde janeiro de 2023.

Pessoas
141 mil
Empresas
3,2 mil
Setores
21

Distribuição da carga semanal prevista: até 39 horas, 17%; 40 a 43 horas, 16%; 44 horas, 52%; 45 horas ou mais, 15%.

Sobre o estudo

O que é o Panorama, quem fez e como.

A ideia

O debate sobre jornada de trabalho no Brasil costuma partir de duas fontes: o que está escrito no contrato e o que as pessoas respondem em pesquisas. O registro de ponto mostra uma terceira coisa, o que de fato aconteceu: a hora em que alguém chegou, saiu para o almoço, voltou e foi embora. O Panorama da Jornada transforma esses registros em informação pública e vai acompanhar, ano a ano, como a jornada muda.

O que ele mostra

Primeiro, o retrato básico: escalas, carga semanal e horários. Depois, o que esse retrato produz: horas extras, faltas e afastamentos, admissões e desligamentos. Em seguida, as diferenças entre setores, funções, idades e regiões, e a tecnologia do ponto. Por fim, o contexto: a nova jornada e os dias que mexem com o calendário.

Quem somos

A For People é uma empresa mineira de tecnologia para gestão de pessoas. Uniu-se à Ortep, empresa com mais de seis décadas em controle de ponto, e hoje atende mais de 15 mil clientes. A plataforma registra o ponto por relógio, aplicativo e web e evolui para RH e departamento pessoal.

Como fizemos

O estudo foi conduzido pelo time de dados e produto da For People, com inteligência artificial em todo o processo: mapear a base, escrever e revisar o processamento, conferir cada número contra regras de consistência e redigir as primeiras leituras. Cada critério e cada resultado foi validado por pessoas do time.

Um recorte, não a base inteira

O estudo usa 3,2 mil das mais de 15 mil empresas clientes. Entraram as que tinham pelo menos cinco trabalhadores com ponto no mês e a apuração da jornada concluída no período. Por isso o recorte tem mais empresas pequenas e médias e mais presença em Minas Gerais e no Sudeste, onde a plataforma nasceu. Os números descrevem esse recorte; não são uma projeção para o país.

Empresas
3,2 mil
Trabalhadores
141 mil
Estados
25
Setores
21

Como protegemos os dados

  1. Sem identificação na origem. Os registros saíram do sistema sem nome, CPF, PIS, e-mail ou telefone. Cada pessoa é só um número interno.
  2. Só o mínimo. Da data de nascimento, só o ano. Das empresas, o CNPJ serviu apenas para achar o setor na base pública da Receita Federal e não aparece em nenhum resultado.
  3. Só grupos grandes. Todo número publicado resume pelo menos 20 empresas e 500 trabalhadores. Grupos menores ficam de fora.
  4. Nada guardado. Terminado o processamento, os dados extraídos foram apagados. Ficaram só as tabelas agregadas que você vê aqui.
Douglas FariaDouglas Fariaco-CEO da For PeopleLinkedIn

Douglas Faria é co-CEO da For People, onde lidera produto e tecnologia, incluindo o uso de inteligência artificial na plataforma de ponto e gestão de pessoas que atende mais de 15 mil clientes. Coordenou o Panorama da Jornada com o time de dados e produto da For People.

Perguntas frequentes

De onde vêm os dados?

Dos registros de ponto da plataforma For People: marcações, escalas, apuração diária da jornada, afastamentos, admissões e desligamentos de 3,2 mil empresas, de janeiro de 2023 a outubro de 2026.

O estudo representa o Brasil inteiro?

Não. É um recorte de empresas clientes da For People, com mais empresas pequenas e médias e mais presença em Minas Gerais e no Sudeste. Os números descrevem esse recorte e devem ser citados assim.

É possível identificar alguma pessoa ou empresa?

Não. Os registros saíram do sistema sem nome, CPF, PIS, e-mail ou telefone, e todo número publicado resume pelo menos 20 empresas e 500 trabalhadores.

Como a inteligência artificial foi usada?

Para mapear a base, escrever e revisar o processamento, conferir cada número contra regras de consistência e redigir as primeiras leituras. Critérios e resultados foram validados pelo time de dados e produto.

Com que frequência o Panorama é publicado?

Uma vez por ano. A próxima edição, com o ano de 2026 fechado, está prevista para fevereiro de 2027.

Como citar?

Use "For People, Panorama da Jornada 2026", com o link desta página.

Retrato da jornada

Cinco dias, 44 horas, entrada antes das 8h.

Antes de qualquer análise, o básico: que escalas as empresas usam, quantas horas cabem no contrato, a que horas o dia começa e quanto dura o almoço. É a régua para ler todo o resto do estudo.

Trabalhadores em escala de cinco dias por semana

61%

A 5x2 é a regra. 27% trabalham seis dias e 10% em escalas alternadas.

Entre 7h e 8h
34%
Almoço de 1 hora
51%
Horas por dia
8,3 h
1%4h4%5h21%6h34%7h18%8h4%9h2%10h2%11h3%12h3%13h

Três escalas dividem o país que bate ponto.

Na escala de cinco dias, a pessoa tem em mediana 21 dias de trabalho previstos por mês e cumpre 8,4 horas por dia trabalhado. Na de seis dias, são 26 dias e 7,6 horas por dia. Na alternada, como a 12x36, são 15 dias por mês, com 10,3 horas por dia trabalhado.

Trabalhadores por escala

maio de 2025 a outubro de 2026
Cinco dias (5x2)Seis dias (6x1)Alternada (12x36 e similares)Parcial e outras (1%)
EscalaHoras extras por mêsFaltasTrabalham domingoTrabalho noturno
Cinco dias (5x2)9,2 h3,2%2%4%
Seis dias (6x1)11,9 h4,1%32%16%
Alternada (12x36 e similares)9,6 h4,4%62%36%

44 horas é a jornada padrão.

52%dos contratos têm exatamente 44 horas por semana

Somando quem passa de 44, são 67% dos contratos com 44 horas ou mais. Só 17% ficam abaixo de 40 horas. Na escala de seis dias, 41% dos contratos preveem 48 horas ou mais.

Carga semanal prevista no contrato

% dos trabalhadores da escala
8%<36h2%36-39h19%40-43h68%44h2%45-47h1%48h+

A que horas o trabalho começa e termina.

61% dos dias de trabalho começam antes das 8h. A construção civil é a jornada mais pontual, das 7h00 às 17h00. Bares e restaurantes começam mais tarde: metade chega depois das 9h50. Na sexta-feira, metade dos trabalhadores sai antes das 17h.

Horário de saída: metade já saiu até

mediana da última marcação
Transporte e logísticaentrada mediana 7h56
18h00
Comércio e reparação de veículosentrada mediana 8h00
17h57
Imobiliárioentrada mediana 8h01
17h51
Financeiro e segurosentrada mediana 8h09
17h39
Alimentação (bares e restaurantes)entrada mediana 9h52
17h36
Informação e tecnologiaentrada mediana 8h02
17h35
Comércio varejistaentrada mediana 8h00
17h34
Serviços administrativos, terceirização, vigilância e limpezaentrada mediana 7h51
17h33
Saúdeentrada mediana 7h45
17h30
Outros serviços (associações, pessoais)entrada mediana 8h01
17h30
Cultura, esporte e lazerentrada mediana 8h37
17h26
Assistência social e residências coletivasentrada mediana 7h25
17h25
Serviços profissionais (jurídico, contábil, engenharia, publicidade)entrada mediana 7h57
17h21
Comércio atacadistaentrada mediana 7h29
17h19
Indústria de transformaçãoentrada mediana 7h09
17h04
Construçãoentrada mediana 7h01
17h01
Educaçãoentrada mediana 7h45
17h01
Indústria de alimentos e bebidasentrada mediana 7h16
17h00
Hotelariaentrada mediana 7h56
16h25

A hora de almoço é a regra, e o almoço curto está diminuindo.

Em 51% dos dias o intervalo dura de 60 a 64 minutos. Em 21% fica abaixo de uma hora, o que só é permitido com acordo coletivo.

Dias com almoço abaixo de 1 hora
19,3%15,0%20232026

Duração do intervalo registrado

% dos dias de trabalho
1,7%<30 min19,6%30-59 min50,7%60-64 min20,2%65-89 min4,3%90-119 min3,4%2h+

O que decidir agora

  1. Conheça a sua régua. Compare escala, carga e horário da sua empresa com os do seu setor antes de qualquer mudança de jornada.
  2. Olhe o almoço. Intervalo abaixo de uma hora sem acordo coletivo é risco trabalhista e fator de saúde mapeado pela NR-1.
  3. Use o horário real, não o do contrato. A saída de sexta e a entrada dos bares mostram que a jornada praticada nem sempre é a escrita.
Horas extras e banco de horas

Poucos postos, um dia da semana, um mês do ano.

Cada trabalhador faz, em média, 10,1 horas extras por mês, quase o mesmo desde 2023. A média esconde onde o dinheiro está: num grupo pequeno de pessoas, no sábado e em novembro.

Horas extras, maio de 2025 a outubro de 2026

54%

das horas extras estão com 10% dos trabalhadores, 24 h por pessoa no mês.

Média
10,1 h
Sem extra
24%
Acima de 40 h
5%
54%10%19%20%11%30%7%40%4%50%3%60%1%70%1%80%0%90%0%100%

Hora extra não é cultura. É dimensionamento.

73%

das horas extras estão com os 20% de trabalhadores que mais fazem extra.

O grupo dos 10% que mais fazem hora extra trabalha, em média, 24 horas a mais por mês por pessoa. A metade de baixo quase não faz hora extra. Isso torna o problema atacável: são postos específicos, não a empresa inteira.

Horas extras de cada trabalhador no mês

% dos trabalhadores
24%nenhuma19%até 2 h28%2 a 9 h14%10 a 19 h10%20 a 39 h3%40 a 59 h2%60 h ou +

Em azul, quem passa de 20 horas extras no mês: é nesse grupo que o custo se concentra.

O sábado já é um dia de hora extra.

117 minde hora extra, em média, para cada pessoa que trabalha no sábado

Num dia útil, a média é de 24 minutos. Sábados e domingos concentram 31% das horas extras do mês. Com dois descansos obrigatórios, o sábado tende a virar inteiro hora extra ou a fechar. As duas saídas custam.

Minutos de hora extra por pessoa que trabalhou no dia

24 minseg24 minter24 minqua24 minqui26 minsex117 minsáb82 mindom

Novembro custa mais.

Novembro é o mês com mais hora extra: 12,3 horas por trabalhador, 28% acima de janeiro. Pesam a Black Friday, o fechamento do ano e os feriados em que o comércio abre. O reforço de escala precisa ser planejado em outubro.

Horas extras por trabalhador, por mês do ano

média 2023 a 2026
9,6jan9,7fev10,4mar10,7abr10,9mai10,1jun9,6jul10,3ago10,3set10,5out12,3nov10,2dez

Quem faz mais hora extra.

Construção, transporte e indústria lideram por setor. Por função, agropecuária, operacional e construção civil passam de 15 horas por trabalhador por mês. Escolha o recorte para comparar.

O banco de horas está no vermelho.

O banco de horas cobria 59% dos trabalhadores em 2023 e 50% em 2026. E os trabalhadores devem mais horas do que têm a receber.

2023
2024
2025
2026

Cinza: horas a receber pelos trabalhadores. Azul: horas devidas. Em 2026, 4,5 milhões de horas devidas contra 2,8 milhões a receber. De janeiro a outubro de cada ano.

Horas extras por trabalhador por mês

Construção
15,3 h
Cultura, esporte e lazer
12,3 h
Transporte e logística
11,6 h
Indústria de transformação
11,6 h
Alimentação (bares e restaurantes)
10,5 h
Assistência social e residências coletivas
10,5 h
Serviços administrativos, terceirização, vigilância e limpeza
10,4 h
Comércio varejista
10,0 h
Serviços profissionais (jurídico, contábil, engenharia, publicidade)
9,7 h
Hotelaria
9,4 h
Indústria de alimentos e bebidas
9,4 h
Saúde
9,2 h
Comércio atacadista
7,9 h
Outros serviços (associações, pessoais)
7,6 h
Educação
7,2 h
Informação e tecnologia
7,2 h
Imobiliário
6,2 h
Comércio e reparação de veículos
5,9 h
Financeiro e seguros
4,7 h

Média da base: 10,1 h

O que decidir agora

  1. Encontre os seus 10%. Liste quem passa de 20 horas extras por mês por três meses seguidos. Ali estão o custo, o passivo e o risco psicossocial que a NR-1 pede para mapear.
  2. Olhe o sábado. Ele concentra a hora extra da semana. Escala rotativa com folgas móveis costuma custar menos que o adicional.
  3. Zere o banco devedor. Saldo negativo crônico vira problema na rescisão. Revise a política antes de reduzir a jornada.
Faltas, atestados e afastamentos

Faltar é raro, estável e tem calendário.

Falta aqui é o dia previsto na escala em que a pessoa não registrou ponto e nada justificou a ausência. Afastamento é a ausência justificada: atestado, férias, licença, folga. Os dois contam histórias diferentes, e as duas importam para a gestão.

Dias de trabalho previstos que terminam em falta

3,7%

a mesma taxa de 2023. Quatro em cada cinco trabalhadores não faltam nenhum dia no mês.

Em dia de ponte
9,4%
Dias afastado
10%
Atestados
10/100
5,3%Até 2 meses4,1%3 a 11 meses3,1%1 a 2 anos2,8%3 a 9 anos2,8%10 anos ou mais

Quatro anos de faltas, mês a mês.

A taxa oscila entre 3% e 4,5% dos dias previstos e sobe em dezembro e janeiro, nas semanas de festas e férias escolares. Não há tendência de alta nem de queda desde 2023.

Faltas sem justificativa, % dos dias previstos

jan/2023 a ago/2026

O dia da semana e o tipo de dia pesam.

Sábado é o dia com mais faltas (6,8% dos sábados previstos). Entre os dias úteis, sexta lidera e quinta tem menos. Mas o calendário pesa mais que o dia da semana: num dia de ponte, a taxa vai a 9,4%, quase três vezes a de um dia útil comum.

Faltas por dia da semana

% dos dias previstos
3,6%seg3,3%ter3,3%qua3,2%qui3,9%sex6,8%sáb5,7%dom

Faltas por tipo de dia

3,3%dia útil comum4,3%véspera de feriado4,1%dia seguinte ao feriado9,4%ponte

Onde se falta mais.

Assistência social, educação, hotelaria e serviços terceirizados têm as maiores taxas. Tecnologia e financeiro, as menores. Por função, segurança e portaria, educação e saúde lideram. Escolha o recorte.

Faltas sem justificativa

% dos dias previstos
Assistência social e residências coletivas
6,8%
Educação
5,3%
Hotelaria
5,0%
Serviços administrativos, terceirização, vigilância e limpeza
4,7%
Outros serviços (associações, pessoais)
4,3%
Saúde
3,9%
Alimentação (bares e restaurantes)
3,9%
Comércio varejista
3,8%
Construção
3,6%
Indústria de alimentos e bebidas
3,5%
Comércio e reparação de veículos
3,4%
Transporte e logística
3,4%
Cultura, esporte e lazer
3,2%
Indústria de transformação
3,1%
Serviços profissionais (jurídico, contábil, engenharia, publicidade)
3,0%
Comércio atacadista
2,6%
Imobiliário
2,6%
Financeiro e seguros
2,2%
Informação e tecnologia
2,1%

Média da base: 3,7%

A saúde tem estação.

O atestado médico é 40% de todos os afastamentos lançados, e metade dura até 2 dias. A taxa sobe em março e maio. O recorde foi a epidemia de dengue de março de 2024. Para a NR-1, esta curva é o indicador de risco à saúde mais simples que a empresa já tem.

Atestados médicos por 100 trabalhadores, por mês

arraste a barra para aproximar

O que está por trás dos afastamentos.

Em 18 meses foram 300 mil afastamentos lançados. Atestados e férias somam dois terços. Os do INSS são poucos, mas longos: metade dura 30 dias ou mais.

Tipo de afastamentoParcelaDuração mediana
Atestado / saúde40,1%2 dias
Férias24,0%20 dias
Folga / compensação / recesso11,0%1 dia
Falta4,3%1 dia
INSS / afastamento previdenciário2,4%30 dias
Serviço externo / viagem1,7%3 dias
Feriado1,5%1 dia
Treinamento1,3%1 dia
Home office1,2%2 dias
Aviso prévio / desligamento1,1%7 dias
Licença-maternidade0,6%120 dias
Licenças legais (luto, casamento, eleitoral, etc.)0,4%3 dias
Licença-paternidade0,3%5 dias

O que decidir agora

  1. Planeje o calendário. Pontes e dias depois de feriado pedem folga programada ou escala reduzida. A falta prevista vira folga planejada.
  2. Acompanhe os novatos. Quem tem até dois meses de casa falta quase o dobro de quem tem anos de empresa.
  3. Prepare março e maio. Reforço de escala e campanha de vacinação antes do pico de atestados.
Admissões e desligamentos

Os primeiros 90 dias decidem o vínculo, e o ponto avisa antes.

Com o desemprego no menor nível da série, reter ficou mais difícil. O registro de ponto mostra quando o vínculo é mais frágil e o sinal que aparece dois meses antes de uma saída.

Desligamentos antes de 90 dias de casa

34%

um terço das saídas acontece na experiência. Metade dos desligados ficou menos de 197 dias.

Antes de 1 ano
66%
Pedidos de demissão
20%
Saem por mês
5,6%
54%Sem justa causa20%Pedido de demissão19%Fim de experiência ou prazo3%Justa causa

Entra e sai gente todo mês.

Em média, 5,6% dos trabalhadores deixam a empresa a cada mês, e o equivalente a um pouco mais que isso é contratado. Janeiro e fevereiro são os meses de contratação; dezembro, o de menos admissões.

Admissões e desligamentos por mês

% dos trabalhadores acompanhados

Faltas que dobram são o sinal mais precoce de saída.

2,1xmais faltas nos 60 dias antes de um pedido de demissão

Entre quem pediu demissão, a taxa de faltas era de 5,2% dos dias previstos entre seis e dois meses antes da saída. Nos últimos 60 dias, 10,9%. Entre os dispensados sem justa causa, de 6,6% para 12,6%, e a hora extra cai de 36 para 31 minutos por dia.

Desligados entre novembro de 2025 e outubro de 2026 com ao menos oito meses de casa: 3.449 pedidos de demissão e 12.603 dispensas.

Taxa de faltas antes do desligamento

6 a 2 meses antesÚltimos 60 dias5,2%10,9%Pedido de demissão6,6%12,6%Dispensa

Onde o vínculo é mais curto.

Hotelaria, varejo, bares e restaurantes e indústria de alimentos têm quatro em cada dez desligamentos antes de 90 dias. Educação, saúde e tecnologia retêm melhor. O pedido de demissão pesa mais na assistência social, na educação e na hotelaria; na construção, quase ninguém pede para sair.

Saídas com até 90 dias

Hotelaria
43%
Comércio varejista
42%
Assistência social e residências coletivas
41%
Alimentação (bares e restaurantes)
41%
Indústria de alimentos e bebidas
40%
Transporte e logística
37%
Indústria de transformação
37%
Comércio atacadista
35%
Construção
35%
Serviços administrativos, terceirização, vigilância e limpeza
35%
Comércio e reparação de veículos
30%
Serviços profissionais (jurídico, contábil, engenharia, publicidade)
30%
Outros serviços (associações, pessoais)
26%
Saúde
24%
Educação
24%
Informação e tecnologia
24%

Média da base: 34%

O que decidir agora

  1. Use o ponto como alerta. Compare as faltas de cada pessoa nos últimos dois meses com as do semestre anterior. Quem dobrou merece uma conversa antes do pedido de demissão.
  2. Concentre a integração nos 90 dias. Conversas estruturadas aos 30 e aos 60 dias atacam o período em que a empresa mais perde gente.
  3. Leia a saída pelo setor. Num setor de alto pedido de demissão, a escala e a previsibilidade do horário viram argumento de retenção.
Quem é quem

Cada setor, função, idade e região tem a sua jornada.

Doze indicadores e nove formas de dividir a base. Escolha um recorte e um indicador: as barras se reorganizam e a linha escura mostra a média de toda a base.

Dividir por

Indicador

Dias de trabalho previstos que terminam em falta sem justificativa

O maior valor está em Assistência social e residências coletivas: 6,8%. O menor, em Informação e tecnologia: 2,1%. Na base inteira, 3,7%.

Maio de 2025 a outubro de 2026. Recortes com menos de 20 empresas ou 500 trabalhadores não aparecem.

Assistência social e residências coletivas30 empresas · 1.620 trabalhadores
6,8%
Educação159 empresas · 6.762 trabalhadores
5,3%
Hotelaria35 empresas · 1.353 trabalhadores
5,0%
Serviços administrativos, terceirização, vigilância e limpeza330 empresas · 13.010 trabalhadores
4,7%
Outros serviços (associações, pessoais)120 empresas · 5.208 trabalhadores
4,3%
Saúde173 empresas · 7.857 trabalhadores
3,9%
Alimentação (bares e restaurantes)264 empresas · 8.633 trabalhadores
3,9%
Comércio varejista590 empresas · 16.930 trabalhadores
3,8%
Construção157 empresas · 16.355 trabalhadores
3,6%
Indústria de alimentos e bebidas137 empresas · 6.762 trabalhadores
3,5%
Comércio e reparação de veículos131 empresas · 3.744 trabalhadores
3,4%
Transporte e logística160 empresas · 6.403 trabalhadores
3,4%
Cultura, esporte e lazer32 empresas · 1.184 trabalhadores
3,2%
Indústria de transformação348 empresas · 18.685 trabalhadores
3,1%
Serviços profissionais (jurídico, contábil, engenharia, publicidade)192 empresas · 8.544 trabalhadores
3,0%
Comércio atacadista189 empresas · 7.649 trabalhadores
2,6%
Imobiliário37 empresas · 743 trabalhadores
2,6%
Financeiro e seguros30 empresas · 1.148 trabalhadores
2,2%
Informação e tecnologia75 empresas · 4.500 trabalhadores
2,1%

Média da base: 3,7%

Quase quatro anos, mês a mês.

Escolha um indicador para ver a série desde janeiro de 2023. A faixa sombreada marca os 18 meses do período principal. Arraste a barra inferior para aproximar.

Horas extras por trabalhador por mês

O Brasil do estudo, estado por estado.

Minas Gerais concentra a maior parte da base, e São Paulo, Bahia, Rio de Janeiro e Paraná têm empresas suficientes para números próprios. Nos outros estados, quando a região tem base, o mapa mostra o valor da região. Toque num estado para ver todos os indicadores.

Faltas, por estado e região

RondôniaAcreAmazonasRoraimaParáAmapáTocantinsMaranhãoPiauíCearáRio Grande do NorteParaíbaPernambucoAlagoasSergipeBahiaMinas GeraisEspírito SantoRio de JaneiroSão PauloParanáSanta CatarinaRio Grande do SulMato Grosso do SulMato GrossoGoiásDistrito FederalBA2,3%MG3,7%RJ3,2%SP3,7%PR3,2%
2,3%5,2%Base insuficiente
Tecnologia do ponto

O relógio na parede está saindo pelas empresas pequenas.

Metade das empresas ainda registra o ponto só no relógio. A digitalização avança de baixo para cima, e o maior custo do ponto hoje é o esquecimento.

50%das empresas usam só o relógio de ponto
23%das marcações já são digitais: aplicativo, web, quiosque ou QR code
63%dos trabalhadores corrigem ao menos uma marcação por mês, 71% delas por esquecimento
23%das marcações por aplicativo são feitas fora do endereço da empresa
1 em 4marcações é validada por reconhecimento facial
82%dos espelhos de ponto digitais foram assinados em 2025

Quanto menor a empresa, mais digital o ponto.

Entre as empresas de 5 a 10 pessoas, quase metade já não tem relógio na parede. Entre as maiores, o relógio ainda domina. Construção, financeiro e serviços profissionais lideram a troca; as indústrias seguem no relógio.

São 40 correções de marcação a cada 100 dias trabalhados. Lembrete no celular e intervalo pré-assinalado atacam a maior causa, o esquecimento.

Empresas com ponto 100% digital

5 a 10 pessoas
46%
101 a 200 pessoas
16%
11 a 20 pessoas
34%
200+
23%
21 a 50 pessoas
23%
51 a 100 pessoas
23%
Contexto · a nova jornada

O que o fim da 6x1 significa à luz destes dados.

A Emenda Constitucional 141 garante dois descansos por semana a partir de dezembro de 2026 e leva a jornada a 40 horas em dezembro de 2027. O ponto mostra que ela atinge muito mais gente do que quem está na 6x1.

Cem trabalhadores, quatro jeitos de ser afetado.

Cada ponto ao lado representa 1% dos trabalhadores acompanhados. Escolha um grupo para ver o tamanho dele.

67%

têm contrato de 44 horas semanais ou mais. Todos terão de chegar a 42 horas em 2026 e a 40 em 2027.

A 6x1 mora no comércio, nos serviços e nas empresas pequenas.

Hotelaria, bares e restaurantes e varejo têm de 66% a 74% dos trabalhadores em seis dias por semana. Nas empresas de 5 a 10 pessoas são 38%; nas de 101 a 200, 12%. Quem é do Simples Nacional está mais exposto que quem não é.

Linha escura: média de toda a base. Recortes com menos de 20 empresas ou 500 trabalhadores não aparecem.

Trabalhadores em 6x1

Hotelaria35 empresas
74%
Alimentação (bares e restaurantes)264 empresas
73%
Comércio varejista590 empresas
66%
Cultura, esporte e lazer32 empresas
63%
Indústria de alimentos e bebidas137 empresas
36%
Comércio e reparação de veículos131 empresas
35%
Informação e tecnologia75 empresas
28%
Saúde173 empresas
25%
Serviços administrativos, terceirização, vigilância e limpeza330 empresas
25%
Transporte e logística160 empresas
24%
Comércio atacadista189 empresas
20%
Outros serviços (associações, pessoais)120 empresas
19%
Imobiliário37 empresas
16%
Assistência social e residências coletivas30 empresas
13%
Construção157 empresas
12%
Educação159 empresas
12%
Serviços profissionais (jurídico, contábil, engenharia, publicidade)192 empresas
11%
Indústria de transformação348 empresas
9%
Financeiro e seguros30 empresas
1%

Média da base: 28%

A troca já tinha começado, e não foi só por folga.

Entre 2023 e 2026, a 6x1 perdeu 4,1 pontos, antes de qualquer lei. No mesmo período, cresceram a escala 12x36 e o trabalho aos domingos. O mercado está redistribuindo a semana, não só encurtando.

Trabalham aos sábados
35,2%33,8%20232026
Em 12x36 e similares
7,8%10,8%20232026
Trabalham aos domingos
14,4%15,8%20232026

O que decidir agora

  1. Faça o inventário agora. Quem está em 6x1, com qual carga, em qual função. É a lista de trabalho até dezembro.
  2. Comece pelos contratos de 48 horas. Para eles, a lei corta horas, não só um dia. Sem redesenho, a diferença vira hora extra.
  3. Compare-se com o seu porte. Empresas pequenas e do Simples estão mais expostas que as grandes e vão disputar as mesmas soluções de escala.
Contexto · o calendário

Copa, eleição, Carnaval e pontes no ponto.

Cada ponto abaixo é um dia entre maio de 2025 e outubro de 2026. Ninguém marcou os eventos à mão: a Copa, a eleição, o Carnaval e as pontes aparecem sozinhos no ponto de 141 mil pessoas.

quanto maior o ponto, mais gente saiu antes das 17h do que num dia igual comum
2025maijunjulagosetoutnovdez2026janfevmarabrmaijunjulagosetoutsegquasexdom

Ir para um evento

No jogo das 14h, o país foi trabalhar e foi liberado.

12h57metade já tinha saído na segunda 29 de junho, jogo Brasil × Japão

Numa segunda comum, metade sai até as 17h06. Quase ninguém faltou: trabalharam 96% das pessoas de uma segunda comum, e as empresas liberaram. A liberação organizada já acontece na prática. O que falta é transformá-la em regra, com compensação combinada.

Dias de evento contra um dia igual comum

média das 5 semanas antes e depois
DiaGente trabalhandoFaltasSaíram antes das 17h
Brasil × Japão, 14hseg, 29 jun. 202696%4,7%normal 3,6%80%normal 38%
Escócia × Brasil, 19hqua, 24 jun. 202699%3,4%normal 3,2%50%normal 39%
Segunda após a eliminaçãoseg, 6 jul. 2026102%3,5%normal 3,5%39%normal 38%
Segunda após o 1º turnoseg, 5 out. 202698%3,4%normal 4,6%39%normal 39%
Segunda após o 2º turnoseg, 26 out. 202684%7,3%normal 4,7%39%normal 39%
Segunda de Carnavalseg, 16 fev. 202642%11,9%normal 3,2%55%normal 37%
Quarta-feira de Cinzasqua, 18 fev. 202680%6,7%normal 2,9%43%normal 38%
Véspera de Natalqua, 24 dez. 202552%9,8%normal 2,8%83%normal 38%
Dia seguinte ao Natalsex, 26 dez. 202557%10,8%normal 3,2%50%normal 53%
Véspera de Ano Novoqua, 31 dez. 202545%10,5%normal 2,8%83%normal 38%
2 de janeirosex, 2 jan. 202651%10,8%normal 3,2%52%normal 53%
Ponte de Tiradentesseg, 20 abr. 202676%9,9%normal 3,2%40%normal 38%
Ponte de Corpus Christisex, 5 jun. 202678%9,2%normal 3,3%50%normal 53%

Feriado não é dia parado.

Nos feriados de quinta-feira, de 30% a 40% de quem trabalha numa quinta comum continua trabalhando. No Natal e no Ano Novo, um em cada dez. Quem trabalha no feriado faz, em média, quase cinco horas extras naquele dia. Para o comércio e os serviços, a escala de feriados do ano é uma decisão de custo.

Gente trabalhando no feriado

% de um dia útil igual
Segunda de Carnaval
42%
Consciência Negra (qui)
39%
Terça de Carnaval
33%
Corpus Christi 2025 (qui)
33%
Corpus Christi 2026 (qui)
31%
Tiradentes (ter)
28%
1º de maio 2025 (qui)
26%
7 de Setembro (seg)
22%
1º de maio 2026 (sex)
21%
Sexta-feira Santa
19%
N. Sra. Aparecida (seg)
19%
Natal (qui)
10%
Ano Novo (qui)
10%

O que decidir agora

  1. Feche 2027 em janeiro. Pontes, feriados trabalhados e Carnaval (9 de fevereiro) entram no calendário antes de virarem falta.
  2. Transforme liberação em regra. Em jogo ou evento em horário de expediente, libere com compensação combinada. Os dados mostram que a liberação já acontece.
  3. Trate certos dias como ponte. A segunda depois de eleição e os dias depois do Natal e do Ano Novo pedem folga programada ou escala reduzida.
Diagnóstico

Coloque seus números ao lado dos do mercado.

Escolha o setor e o tamanho da empresa e preencha o que tiver. Cada indicador é comparado com o seu setor, o seu porte e a base inteira. Os números ficam só no seu navegador.

Exemplo preenchido
Seus indicadores
Horas extras por pessoa
Atenção
Sua empresa 13,5 hBase 10,1 hSeu setor 10,0 hSeu porte 9,8 h

Mais hora extra que a referência. Veja se ela está concentrada em poucos postos: redimensionar costuma custar menos que pagar o adicional todo mês.

Faltas sem justificativa
Atenção
Sua empresa 4,6%Base 3,7%Seu setor 3,8%Seu porte 3,8%

Acima da referência. Separe por tempo de casa e por dia da semana: novatos e pontes puxam a taxa.

Pessoas em escala de 6 dias
Na faixa
Sua empresa 72%Base 28%Seu setor 66%Seu porte 31%

Exposição parecida com a dos concorrentes, que vão disputar as mesmas soluções.

Pessoas com 44 horas ou mais
Na faixa
Sua empresa 85%Base 67%Seu setor 79%Seu porte 70%

Carga parecida com a do mercado.

Desligamentos com até 90 dias
Na faixa
Sua empresa 48%Base 34%Seu setor 42%

Em linha com o mercado, que já perde um terço das pessoas nos 90 dias.

Saídas por pedido de demissão
Na faixa
Sua empresa 21%Base 20%Seu setor 23%

Em linha com o mercado.

Desligamentos por mês
Na faixa
Sua empresa 6,4%Base 5,6%

Em linha com a referência geral.

Atestados por 100 pessoas no mês
Atenção
Sua empresa 12,0Base 10,0

Acima da referência. Veja se o excesso é sazonal ou concentrado em equipes com mais hora extra.

Simule o fim da 6x1 na sua operação

até 3 grupos de escala
GrupoPessoasHoras por semanaDias por semana
A
B
C
34de 48 pessoas mudam de escala até dezembro de 2026
120 hpor semana acima do limite de 42 horas
216 hpor semana acima do limite de 40 horas
5,4pessoas em tempo integral equivalem às horas a repor em 2027

Estimativa de horas contratadas acima do limite, mantida a mesma operação. Não considera produtividade, compensação, banco de horas, acordos coletivos nem adicional de 100% em domingos e feriados.

144 achados

Tudo o que o ponto mostrou.

Os 144 achados do estudo, organizados por tema. Cada um pode ser citado sozinho, com a fonte "For People, Panorama da Jornada 2026".

Nos dois meses antes de pedir demissão, o trabalhador falta o dobro: de 5% para 11% dos dias de trabalho.

No jogo Brasil × Japão, segunda-feira 29 de junho às 14h, 80% dos trabalhadores saíram antes das 17h. Numa segunda comum, são 38%.

4 em cada 10 trabalhadores em escala 6x1 têm contrato de 48 horas ou mais por semana.

10% dos trabalhadores fazem 54% de todas as horas extras, com média de 24 horas extras por pessoa por mês.

Um terço dos desligamentos acontece antes de 90 dias de casa.

144 achados

Escalas e fim da 6x1

  1. 1

    61% dos trabalhadores estão em escala de cinco dias por semana (5x2), 27% em seis dias (6x1) e 10% em escalas alternadas, como a 12x36.

  2. 2

    A 6x1 já encolhia antes da lei: era a escala de 31,2% dos trabalhadores em 2023, 30,9% em 2024, 28,0% em 2025 e 27,1% em 2026.

  3. 3

    Com o fim da 6x1, 1 em cada 4 trabalhadores terá a escala redesenhada até dezembro de 2026.

  4. 4

    A parcela de trabalhadores que trabalha aos sábados caiu de 35,2% em 2023 para 33,8% em 2026.

  5. 5

    A escala 12x36 e escalas parecidas passaram de 7,8% dos trabalhadores em 2023 para 10,8% em 2026.

  6. 6

    A parcela de trabalhadores que trabalha aos domingos subiu de 14,4% em 2023 para 15,8% em 2026.

  7. 7

    Quanto menor a empresa, mais comum a 6x1. Ela é a escala de 38% dos trabalhadores em empresas de 5 a 10 pessoas, 31% nas de 21 a 50 e 12% nas de 101 a 200.

  8. 8

    Nas empresas do Simples Nacional, 35% dos trabalhadores estão em 6x1. Fora do Simples, 27%. O fim da 6x1 pesa mais nas micro e pequenas empresas.

  9. 9

    A 6x1 é a escala de 74% dos trabalhadores da hotelaria, 73% de bares e restaurantes, 66% do varejo e 63% de cultura e lazer.

  10. 10

    No setor financeiro, só 1% dos trabalhadores está em 6x1. Na indústria de transformação, 9%.

  11. 11

    A 6x1 é a escala de 73% dos trabalhadores de alimentação e cozinha e de 54% de comércio e vendas. Também é a de 49% da agropecuária e 45% de atendimento e recepção.

  12. 12

    Um trabalhador em 6x1 tem 26 dias de trabalho previstos por mês, em mediana, e um em 5x2 tem 21. Na 12x36 são 15 dias por mês, com 10,3 horas por dia trabalhado.

Carga horária e a semana de 40 horas

  1. 13

    52% dos trabalhadores têm contrato de exatamente 44 horas por semana, o teto atual da Constituição.

  2. 14

    67% dos trabalhadores têm contrato de 44 horas semanais ou mais. A semana de 40 horas, prevista para dezembro de 2027, muda o contrato de dois em cada três trabalhadores.

  3. 15

    Só 17% dos trabalhadores já têm contrato abaixo de 40 horas semanais, e outros 16% estão entre 40 e 43 horas.

  4. 16

    Entre os trabalhadores em 6x1, 48% têm contrato acima de 44 horas semanais, e 41% chegam a 48 horas ou mais.

  5. 17

    Entre os trabalhadores em 5x2, só 3% têm contrato acima de 44 horas semanais.

  6. 18

    13% de todos os trabalhadores estão em 6x1 e com contrato acima de 44 horas. Com a nova lei, eles perdem um dia de trabalho por semana e também horas de contrato.

  7. 19

    Na construção civil, 90% dos trabalhadores têm contrato de 44 horas semanais ou mais. Na educação, 17%.

  8. 20

    Nas empresas de 5 a 10 pessoas, 72% dos trabalhadores têm contrato de 44 horas semanais ou mais. Nas de 201 a 500 pessoas, 56%.

  9. 21

    Cada trabalhador cumpre, em média, 8,3 horas por dia trabalhado.

Horários

  1. 22

    61% dos dias de trabalho começam antes das 8h.

  2. 23

    O horário de chegada mais comum é entre 7h e 8h, em 34% dos dias de trabalho. Entre 6h e 7h são 21% dos dias, e cerca de 5% começam antes das 6h.

  3. 24

    Na maioria dos setores, metade dos trabalhadores já foi embora entre 17h e 18h.

  4. 25

    Na construção civil, metade dos trabalhadores chega até as 7h00 e metade sai até as 17h00. É a jornada mais pontual entre as funções.

  5. 26

    Em bares e restaurantes, metade dos trabalhadores chega depois das 9h52, a chegada mais tardia entre os setores.

  6. 27

    Na hotelaria, metade dos trabalhadores sai até as 16h25, a saída mais cedo entre os setores. Em transporte e logística, até as 18h00, a mais tarde.

  7. 28

    Na sexta-feira, 52% dos trabalhadores saem antes das 17h, contra 38% de segunda a quinta. Na sexta, cada trabalhador fica, em média, 16 minutos a menos no trabalho.

  8. 29

    10% dos trabalhadores fazem trabalho noturno com frequência, em cinco dias ou mais no mês. Na escala 12x36, são 36% dos trabalhadores.

  9. 30

    Na escala 12x36, 62% dos trabalhadores trabalham aos domingos.

Intervalo de almoço

  1. 31

    Em 51% dos dias de trabalho, o intervalo de almoço dura de 60 a 64 minutos.

  2. 32

    Em 21% dos dias de trabalho, o intervalo fica abaixo de uma hora. Em 1,7% dos dias, abaixo de 30 minutos.

  3. 33

    O intervalo abaixo de uma hora está ficando mais raro: aparecia em 19% dos dias de trabalho em 2023 e em 15% em 2026.

Horas extras

  1. 34

    Cada trabalhador faz, em média, 10,1 horas extras por mês. Em 2023, eram 10,0.

  2. 35

    73% dos trabalhadores fazem alguma hora extra no mês. Em 2023, eram 78%.

  3. 36

    Num mês típico, 24% dos trabalhadores não fazem nenhuma hora extra e 47% fazem menos de 10 horas.

  4. 37

    10% dos trabalhadores fazem 54% de todas as horas extras, com média de 24 horas extras por pessoa por mês.

  5. 38

    5% dos trabalhadores passam de 40 horas extras num mês, e 2% passam de 60 horas.

  6. 39

    Horas extras são 6,9% de todas as horas trabalhadas, o equivalente a 34 minutos por trabalhador em cada dia de trabalho.

  7. 40

    Novembro é o mês da hora extra: 12,3 horas por trabalhador, 28% acima de janeiro. Pesam a Black Friday, o fechamento do ano e os feriados de novembro, em que o comércio abre.

  8. 41

    Quem trabalha no sábado faz, em média, 117 minutos de hora extra nesse sábado. No domingo, a média é de 82 minutos por quem trabalha. Num dia útil, de 24 minutos.

  9. 42

    Sábados e domingos concentram 31% de todas as horas extras do mês.

  10. 43

    Quem trabalha num feriado nacional faz, em média, 4,7 horas extras no feriado.

  11. 44

    Os setores com mais hora extra são construção (15,3 horas por trabalhador por mês), transporte e logística (11,6) e indústria de transformação (11,6). Os com menos são o financeiro (4,7) e a educação (7,2).

  12. 45

    As funções com mais hora extra são agropecuária (15,8 horas por trabalhador por mês), operacional (15,4) e construção civil (15,2). Na função administrativa, são 6,3 horas.

  13. 46

    Gestores e líderes fazem 12,7 horas extras por trabalhador por mês, o dobro da função administrativa.

  14. 47

    Trabalhadores em 6x1 fazem 11,9 horas extras por mês. Em 5x2, 9,2.

  15. 48

    Trabalhadores com até dois meses de casa fazem 11,6 horas extras por mês. Quem tem dez anos ou mais de casa faz 8,9.

  16. 49

    Nas empresas de 201 a 500 pessoas, cada trabalhador faz 14,5 horas extras por mês, a maior média entre os tamanhos de empresa.

Banco de horas

  1. 50

    O banco de horas cobria 58,5% dos trabalhadores em 2023 e 49,8% em 2026.

  2. 51

    De janeiro a outubro de 2026, os trabalhadores ficaram devendo 4,5 milhões de horas no banco de horas e acumularam 2,8 milhões a receber. A dívida é 64% maior que o crédito.

Faltas

  1. 52

    Os trabalhadores faltam sem justificativa em 3,6% dos dias de trabalho previstos, a mesma taxa de 2023.

  2. 53

    4 em cada 5 trabalhadores não faltam nenhum dia no mês.

  3. 54

    Em dia de ponte entre feriado e fim de semana, as faltas quase triplicam: 9,4% dos dias previstos, contra 3,3% num dia útil comum.

  4. 55

    Na véspera de feriado, as faltas chegam a 4,3% dos dias previstos. No dia seguinte ao feriado, a 4,1%.

  5. 56

    Sábado é o dia com mais faltas: 6,8% dos sábados previstos. Entre os dias úteis, a sexta lidera, com 3,9%, seguida da segunda, com 3,5%. A quinta é o dia com menos faltas, 3,2%.

  6. 57

    Dezembro é o mês com mais faltas: 4,3% dos dias previstos.

  7. 58

    Os dias mais faltados do ano foram sextas-feiras emendadas em feriado: 26 de dezembro de 2025 e 2 de janeiro de 2026, com 10,8% de faltas cada.

  8. 59

    Trabalhadores com até dois meses de casa faltam em 5,3% dos dias previstos. Quem tem mais de três anos de casa falta em 2,8%.

  9. 60

    Os setores com mais faltas são assistência social (6,8% dos dias previstos), educação (5,3%), hotelaria (5,0%) e serviços terceirizados (4,7%).

  10. 61

    Os setores com menos faltas são tecnologia (2,0% dos dias previstos) e financeiro (2,2%).

  11. 62

    As funções com mais faltas são segurança e portaria (5,7% dos dias previstos), educação (5,1%) e saúde (5,0%).

  12. 63

    Trabalhadores em 6x1 faltam em 4,1% dos dias previstos, contra 3,2% na 5x2. No mês, 24% dos trabalhadores em 6x1 faltam ao menos um dia, contra 19,5% na 5x2.

  13. 64

    Na escala 12x36, os trabalhadores faltam em 4,4% dos dias previstos.

  14. 65

    Nas empresas de 5 a 10 pessoas, as faltas são de 4,5% dos dias previstos. Nas de 201 a 500 pessoas, de 3,1%.

  15. 66

    Nas empresas do Simples Nacional, as faltas são de 4,1% dos dias previstos. Fora do Simples, de 3,7%.

Saúde, atestados e afastamentos

  1. 67

    Em 10% dos dias de trabalho previstos, o trabalhador está afastado com justificativa, como férias, atestado, licença ou folga. Em 2023, eram 9,1% dos dias.

  2. 68

    O atestado médico é a principal causa de afastamento: 40% dos 300 mil afastamentos lançados em 18 meses.

  3. 69

    As empresas recebem, a cada mês, 10 atestados médicos para cada 100 trabalhadores. Metade dos atestados é de até 2 dias.

  4. 70

    O recorde de atestados foi em março de 2024, na epidemia de dengue: 15,2 atestados por 100 trabalhadores no mês.

  5. 71

    Em maio de 2026, com o alerta de doenças respiratórias, foram 13,2 atestados por 100 trabalhadores no mês.

  6. 72

    Atestados médicos têm estação: picos em março e maio e menos casos em novembro e fevereiro.

  7. 73

    Afastamentos pelo INSS são só 2,4% dos afastamentos lançados, mas metade deles dura 30 dias ou mais.

  8. 74

    A licença-maternidade dura 120 dias em mediana. A licença-paternidade, 5 dias.

  9. 75

    Os dias de home office lançados no ponto caíram pela metade de 2023 para 2026, mesmo com mais empresas na base.

Faixa etária

  1. 76

    24,8% dos trabalhadores de 18 a 24 anos estão em 6x1. Entre 45 e 54 anos, 20,2%.

  2. 77

    A hora extra cresce com a idade até os 54 anos. Cada trabalhador faz, por mês, 8,4 horas extras de 18 a 24 anos, 9,6 de 25 a 34, 10,4 de 35 a 44 e 10,6 de 45 a 54. A partir de 55 anos, cai para 9,7.

  3. 78

    Trabalhadores de 18 a 24 anos cumprem, em média, 8,0 horas por dia trabalhado. Os de 45 a 54 anos, 8,6 horas.

  4. 79

    Trabalhadores de 18 a 24 anos faltam em 3,5% dos dias previstos. Os de 35 a 54 anos, em 2,9%.

  5. 80

    No mês, 22% dos trabalhadores de 18 a 24 anos faltam ao menos um dia. Entre os de 55 anos ou mais, 17%.

  6. 81

    Trabalhadores de 18 a 24 anos ficam afastados com justificativa em 7,6% dos dias previstos. Os de 55 anos ou mais, em 13,4%.

  7. 82

    18,6% dos trabalhadores de 45 a 54 anos trabalham aos domingos. Entre os de 18 a 24 anos, 12,3%.

  8. 83

    12,4% dos trabalhadores de 45 a 54 anos fazem trabalho noturno com frequência. Entre os de 18 a 24 anos, 8,8%.

  9. 84

    56% dos trabalhadores de 18 a 24 anos têm banco de horas. Entre os de 55 anos ou mais, 43%.

Homens e mulheres

  1. 85

    Cada homem faz, em média, 10,9 horas extras por mês. Cada mulher, 6,9.

  2. 86

    67% dos homens têm contrato de 44 horas semanais ou mais. Entre as mulheres, 55%.

  3. 87

    10,6% dos homens fazem trabalho noturno com frequência. Entre as mulheres, 6,3%.

  4. 88

    Homens cumprem, em média, 8,4 horas por dia trabalhado. Mulheres, 8,1 horas.

  5. 89

    Mulheres faltam em 3,25% dos dias previstos. Homens, em 3,0%.

  6. 90

    Mulheres ficam afastadas com justificativa em 11,7% dos dias previstos. Homens, em 10,4%.

  7. 91

    60,7% das mulheres têm banco de horas. Entre os homens, 53,6%.

Regiões

  1. 92

    O Nordeste tem a maior parcela de trabalhadores em 6x1 entre as regiões: 35,5%. Em Minas Gerais são 27,2%, e em São Paulo e Rio de Janeiro, 26,9%.

  2. 93

    No Nordeste, 75% dos trabalhadores têm contrato de 44 horas semanais ou mais. Em Minas Gerais, 67%. Em São Paulo e Rio de Janeiro, 56%.

  3. 94

    Trabalham aos sábados 46% dos trabalhadores do Nordeste, 42% dos de São Paulo e Rio de Janeiro e 33% dos de Minas Gerais.

  4. 95

    Trabalham aos domingos 25% dos trabalhadores de São Paulo e Rio de Janeiro, 15,5% dos de Minas Gerais e 11% dos do Nordeste.

  5. 96

    A escala 12x36 vale para 24% dos trabalhadores de São Paulo e Rio de Janeiro, contra 9% em Minas Gerais e 10% no Nordeste.

  6. 97

    Fazem trabalho noturno com frequência 15% dos trabalhadores de São Paulo e Rio de Janeiro, 10% dos de Minas Gerais e 8% dos do Nordeste.

  7. 98

    Em São Paulo e Rio de Janeiro, cada trabalhador cumpre, em média, 8,7 horas por dia trabalhado. Em Minas Gerais e no Nordeste, 8,3 horas.

  8. 99

    Cada trabalhador faz, por mês, 10,4 horas extras no Nordeste, 10,1 em Minas Gerais e 8,8 em São Paulo e Rio de Janeiro.

  9. 100

    Fazem alguma hora extra no mês 77% dos trabalhadores do Nordeste, 73% dos de Minas Gerais e 68,5% dos de São Paulo e Rio de Janeiro.

  10. 101

    Têm banco de horas 64% dos trabalhadores do Nordeste, 53% dos de São Paulo e Rio de Janeiro e 50% dos de Minas Gerais.

  11. 102

    A taxa de faltas é praticamente igual entre as regiões: 3,4% dos dias previstos no Nordeste, 3,6% em São Paulo e Rio de Janeiro e 3,7% em Minas Gerais.

O calendário: Copa, eleição, Carnaval e festas

  1. 103

    No jogo Brasil × Japão, segunda-feira 29 de junho de 2026 às 14h, 80% dos trabalhadores saíram antes das 17h. Numa segunda-feira comum, são 38%.

  2. 104

    No dia do jogo Brasil × Japão, 29 de junho de 2026, metade dos trabalhadores já tinha ido embora às 12h57. Numa segunda-feira comum, isso acontece às 17h06.

  3. 105

    No dia do jogo Brasil × Japão, as faltas ficaram normais e trabalharam 96% das pessoas de uma segunda-feira comum. Os trabalhadores foram trabalhar e as empresas liberaram para o jogo.

  4. 106

    No dia do jogo Brasil × Japão, a hora extra média caiu para 16 minutos por trabalhador. Num dia útil comum, é de 24 minutos.

  5. 107

    No jogo Escócia × Brasil, quarta-feira 24 de junho de 2026 às 19h, 50% dos trabalhadores saíram antes das 17h. Numa quarta-feira comum, são 39%.

  6. 108

    Na segunda-feira 6 de julho de 2026, dia seguinte à eliminação do Brasil para a Noruega, as faltas ficaram em 3,5%, iguais às de uma segunda-feira comum.

  7. 109

    Na segunda-feira seguinte ao 1º turno da eleição, 5 de outubro de 2026, as faltas foram de 3,4%, abaixo de uma segunda-feira comum.

  8. 110

    Na segunda-feira seguinte ao 2º turno, 26 de outubro de 2026, as faltas foram a 7,3%, contra 4,7% numa segunda-feira comum. Trabalharam 16% menos pessoas que numa segunda-feira comum.

  9. 111

    Na segunda-feira de Carnaval de 2026, que não é feriado nacional, trabalharam só 42% das pessoas que trabalham numa segunda-feira comum.

  10. 112

    Na Quarta-feira de Cinzas de 2026, as faltas foram de 6,7%, o dobro de uma quarta-feira comum.

  11. 113

    Na véspera de Natal de 2025, 83% dos trabalhadores saíram antes das 17h, e metade já tinha ido embora às 13h18.

  12. 114

    Na véspera de Ano Novo de 2025, 82% dos trabalhadores saíram antes das 17h, e metade já tinha ido embora às 13h49.

  13. 115

    Na ponte de Tiradentes de 2026, segunda-feira 20 de abril, as faltas foram de 9,9%. Trabalharam 76% das pessoas de uma segunda-feira comum.

  14. 116

    Na ponte de Corpus Christi de 2026, sexta-feira 5 de junho, as faltas foram de 9,2%. Trabalharam 78% das pessoas de uma sexta-feira comum.

  15. 117

    Nos feriados de quinta-feira, como Corpus Christi e Consciência Negra, trabalham de 30% a 40% das pessoas de uma quinta-feira comum. No Natal e no Ano Novo, 1 em cada 10.

Vínculo e desligamentos

  1. 118

    34% dos desligamentos acontecem antes de 90 dias de casa, e 66% antes de um ano.

  2. 119

    Metade dos trabalhadores desligados ficou menos de 197 dias na empresa.

  3. 120

    Das saídas, 20% são pedidos de demissão, 54% são dispensas sem justa causa e 19% são fim de contrato de experiência ou de prazo determinado.

  4. 121

    A dispensa por justa causa passou de 1,7% das saídas em 2023 para 2,5% em 2026.

  5. 122

    A cada mês, 5,6% dos trabalhadores deixam a empresa e são contratadas pessoas equivalentes a 6,2% do quadro.

  6. 123

    Janeiro e fevereiro são os meses com mais contratações. Dezembro é o mês com menos.

  7. 124

    Nos últimos 60 dias antes de pedir demissão, o trabalhador falta em 10,9% dos dias previstos. Entre seis e dois meses antes da saída, faltava em 5,2%.

  8. 125

    Nos últimos 60 dias antes de ser dispensado sem justa causa, o trabalhador falta em 12,6% dos dias previstos. Entre seis e dois meses antes, faltava em 6,6%.

  9. 126

    Nos últimos 60 dias antes de ser dispensado, o trabalhador faz menos hora extra: 31 minutos por dia trabalhado, contra 36 minutos entre seis e dois meses antes. Faltas em alta com hora extra em queda são o sinal mais precoce de desligamento que existe no ponto.

  10. 127

    Na hotelaria, 43% dos desligamentos acontecem antes de 90 dias de casa. No varejo, 42%. Em bares e restaurantes, 41%. Na indústria de alimentos, 40%.

  11. 128

    Na educação, na saúde e em tecnologia, menos de um quarto dos desligamentos acontece antes de 90 dias de casa, e metade dos desligados ficou mais de 290 dias na empresa.

  12. 129

    O pedido de demissão representa 38% das saídas na assistência social, 31% na educação, 30% na hotelaria e 30% em atendimento e recepção. Na construção, só 10% das saídas partem do trabalhador.

  13. 130

    Metade dos gestores e líderes desligados ficou mais de 453 dias na empresa. Em alimentação e cozinha, metade ficou menos de 138 dias.

  14. 131

    Sexta-feira é o dia da semana com mais desligamentos. Quinta-feira é o dia útil com menos.

Tecnologia no ponto

  1. 132

    50% das empresas ainda registram o ponto só no relógio. 33% usam só aplicativo, web ou quiosque, e 18% combinam os dois.

  2. 133

    O ponto 100% digital é usado por 46% das empresas de 5 a 10 pessoas, 23% das de 21 a 50 e 16% das de 101 a 200.

  3. 134

    O ponto 100% digital é usado por 56% das empresas de construção, 53% das financeiras e 51% das de serviços profissionais.

  4. 135

    Ficam só no relógio de ponto 68% das empresas da indústria de alimentos e 64% das da indústria de transformação.

  5. 136

    23% das marcações de ponto já são digitais, feitas por aplicativo, web, quiosque ou QR code.

  6. 137

    Dos trabalhadores que batem ponto pelo celular, 72% usam Android e 28% usam iPhone.

  7. 138

    23% das marcações feitas por aplicativo acontecem fora do endereço da empresa, em trabalho externo, obra ou entrega.

  8. 139

    O reconhecimento facial valida cerca de 1 milhão de marcações de ponto por mês, 1 em cada 4 marcações.

  9. 140

    62% dos trabalhadores precisam corrigir ao menos uma marcação de ponto por mês. Em 71% das correções, o motivo é esquecimento.

  10. 141

    As empresas fazem 40 correções de marcação a cada 100 dias trabalhados, uma a cada dois dias e meio de trabalho.

  11. 142

    Em 18 meses, os trabalhadores fizeram 2,3 milhões de pedidos para incluir uma marcação esquecida, e 89% foram aprovados.

  12. 143

    Dos pedidos de abono de horas feitos pelos trabalhadores, 78% são aprovados e 17% são recusados.

  13. 144

    Em 2025, os trabalhadores assinaram 82% dos espelhos de ponto digitais.